
Toronto foi tempo de dizer “finalmente”.
Depois de dois anos de muitos telefonemas e emails, finalmente encontrei Kerry Emmonds (no alto à direita) pessoalmente. Ela foi a grande responsável pela minha contratação para a organização Right to Play. Com muita graça e competência, foi como uma nova Anna em minha vida, ainda que por pouco tempo.
E conheci outras pessoas excelentes, como Jules, Brad, Heather e Susan Glaser, que me treinaram muito bem e nos apoiaram com precisão em todas as etapas da preparação. Além das oito mulheres (isso mesmo, eram oito mulheres e eu, junto de Jules e Brad, abaixo à esquerda) que completavam a turma, ainda havia a “inspiração” de Johan Olav Koss (abaixo à direita), gênio que ligou esporte ao trabalho humanitário.
Eu estava, finalmente, a caminho da África…
Foi também momento de viver um pouco de ilusões, ainda que fossem esperadas.
Primeiro, essa ilusão de segurança, conforto e modernidade, com o qual você facilmente se adapta entre a Yonge Street e Dundas Square. Era como se ainda estivesse na Suíça.
Também vivi a ilusão que começaria a existir entre duas organizações antagônicas, mas que são uma só: a Right to Play Internacional, e a Right to Play no campo. Um abismo entre teoria e prática…
O próximo vôo sai em algumas horas… meu passaporte está pronto?
(Luiz)
Para saber mais sobre Toronto e o Canadá:
www.seetorontonow.com
www.canada.com
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